Sábado, Junho 6, 2009

Acontecimento Bombástico

Um estranho acontecimento se passou no passado dia 5/06/2009 na EBI de Vila Cova. Maior parte dos alunos apresentavam variados sintomas como febre superior a 39ºC que aparece repentinamente, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal. Ninguém sabia o que se estava a passar, apenas se ouviam boatos. Primeiro foram chamados médicos para analisarem alguns alunos e ver o que se passava. Foi detectado o vírus que mais se fala no momento, o vírus da gripe suína (H1N1). Toda a gente ficou alarmada, também não é para menos, olhava-se para os lados e viam-se pessoas com máscaras e com um ar bastante assustado. Com muita rapidez eu, Detective João fui chamado para investigar quem tinha sido o portador daquele vírus. Depois de ter feito um inquérito sobre quem tinha estado no continente Sul-Americano (continente onde o vírus teve origem) tive um resultado um pouco diferente do que eu pensava, por isso, dirigi-me ao presidente do executivo, Sr. Alberto e perguntei-lhe:

-Nesta escola houve uma viagem ao Continente Sul-Americano não houve??
O Sr.Alberto respondeu:
-Sim, de facto uma turma foi lá passar uma semana.
Eu já com as minhas conclusões tiradas respondi:
-Então já sei a origem deste vírus. O vírus H1N1, mais conhecido com gripe suína teve origem no Continente Sul-Americano, como você disse o 11º Ano da EBI de Vila Cova tinha passado lá uma semana, logo alguns desses alunos foram afectados pelo vírus e como não tiverem logo os sintomas e só os começaram a ter em Portugal, não tomaram precauções afectando a restante comunidade escolar. O caso mais grave é de uma funcionária que está hospitalizada e em estado grave.
O Sr. Alberto exclamou:
-Pois, naquela altura ainda não havia sido alertado o problema desse vírus, daí a permissão para eles terem realizado a viagem.
Realizei o meu trabalho, agora vou em busca de outro “mistério”, antes de tudo desejo as melhoras para quem está afectado.
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Quinta-feira, Junho 4, 2009

Planeta Terra em Perigo

João André,

Lugar de Mouriz- Perelhal
4750-620


2009/06/04

Assunto: Poluição no Planeta Terra


                                                                                             Caros cidadãos do Planeta Terra,

Dá-se o nome de Planeta Terra ao sítio onde todos nós habitamos. Mas que se isto continuar assim daqui a uns anos não poderemos viver aqui. É um problema bem mais grave do que as pessoas pensam. A poluição que o planeta está sofrer pode levar ao fim da vida na Terra. Penso que a poluição é o tema mais debatido, nas televisões, nas revistas, nas rádios, é um tema mesmo preocupante. Alguns exemplos de problemas são a destruição da camada de ozono, que nos protege dos raios UV e impede o aumento da temperatura da Terra, dando-nos assim condições para cá viver; o aquecimento global, que tem provocado o degelo dos glaciares e consequentemente provocará a subida do nível médio das águas do mar o que provocará o desaparecimento de algumas zonas litorais; a desflorestação; a desertificação, são vários problemas que a cada disse que passa destroem a nossa “Casa”. Já uma célebre frase dita pela associação GreenPeace  que é a seguinte: 
“Quando o último rio tiver secado, Quando a última frase tiver caído e Quando o último peixe for pescado, o Homem vai aprender que o dinheiro não se come”. Esta mensagem revela bem o que se está a passar. Parece que nós humanos não acreditamos que o Planeta Terra acabará mesmo se não houver uma mudança radical nas atitudes. Por isso, pense neste caso e nas suas consequências e deixe de poluir. Com a ajuda de todos vamos salvar a nossa “Casa”- a Terra.

Cumprimentos,


João André 
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Segunda-feira, Junho 1, 2009

Produção escrita- “Viagem de Comboio”

Tudo se passara no verão passado, mais precisamente no Verão de 2008. Decidira fazer a viagem da minha vida, uma grande viagem. Chegara o grande dia, tudo estava preparado, enquanto não fazia nada via se tudo estava pronto, ia fazer uma grande viagem. Ia a caminho da estação de comboio, pouco tempo faltava para fazer uma das viagens mais marcantes da minha vida, estava extremamente feliz e ao mesmo tempo um pouco ancioso. Havia chegado á estação, de seguida fui apresentar o meu bilhete e entrei no comboio, estava completamente lotado, apenas havia um lugar vago. Ninguém se sentara ao meu lado, mas apenas fiquei sozinho durante 2 minutos. Ao meu lado senta-se uma rapariga muito atraente, cabelos um pouco encaracolados e de cor castanho muito claro, tom de pele claro, uma rapariga aparentemente normal. Mas algum depois descobrira que ela era cega. Quando ela se sentou deparei que ela teve alguma dificuldade a sentar-se, era muito cuidadosa, apalpava tudo e também me disse logo o problema que tinha. Chamava-se Cláudia, tinha 18 anos e era de Lisboa. A viagem começou, a rapariga era muito faladora e alegre. De vez em quando olhava para fora e via a esplêndida paisagem que atravessavamos, de uma lado víamos uma montanha com o cimo coberto de neve, do outro víamos campos cobertos de flores de várias cores, estava a ser uma viagem magnífica. Antes das apresentações a primeira coisa que Cláudia disse foi que era cega, e eu fiquei um pouco espantado. Enquanto viajávamos Cláudia contara-me uma história triste, o motivo pela qual ela estava cega. Quando ela tinha 5 anos fora á fábrica do pai, uma fábrica de tinturaria, o pai estava muito ocupado por isso deixara a sua filha a cargo da patroa, uma senhora já de idade mas com muita genica. Enquanto a senhora de idade vigiava os trabalhadores Cláudia fugira-lhe sem esta se aperceber, e com o maior dos azares um dos baldes de tinta cai por cima da cara dela, ao início ninguém pensava que era um situação tão delicada, mas quando sairam do hospital ja Cláudia era cega.

Eu disse-lhe:
-Cláudia presumo que o teu maior desejo neste momento seja recuperar a visão. A tua ceguês tem cura??
Ela disse:
-Não, infelizmente não tem cura! O meu maior desejo era recuperar a visão, para simplesmente poder ver, penso que a ceguês é a coisa mais terrível que possa acontecer.
Eu respondi-lhe:
-Pois, deve ser mesmo muito mau, mas alegra-te, acredita, pode ser que algum dia a tua doença tenha cura.
A viagem estava prestes a terminar, neste momento já não se viam montanhas, mas sim o magnífico rio que naquele momento passara por baixo da linha férrea, pelas margens do rio estavam campos, ao lado tinha umas pequenas casas em que ambas tinha uma ponte que dava acesso ao outro lado do rio.
A viagem terminara, antes de nos despedirmos trocamos o número de telemóvel, ambos gostamos da conversa. Ajudei-a a ir até á beira dos táxis e aí despedimo-nos.
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Sábado, Maio 23, 2009

Se te aparecesse um extraterrestre á frente o que lhe dirías??

Francisco era um rapaz normal, tinha 15 anos, vivia em Lisboa e era muito feliz. Mas certo dia tudo na sua vida mudou. Todas as noites Francisco saía e dava um volta pelo parque da cidade. Ele gostava de ver as estrelas e como aquilo era um sítio calmo ele ia para lá para pensar na vida. Mas desta vez as coisas foram diferentes, Francisco saíra de sua casa ás 21h como o costume, mas quando se sentou ouviu ser chamado por uma voz muito estranha, uma voz que parecia de robot ou de um ser sobrenatural. Francisco não sabia de onde a voz vinha, até que sentiu uma mão no seu ombro, de repente um arrepio lhe corre pelo corpo, Francisco tinha medo de olhar para trás. Por instantes pensou que era tudo da sua imaginação, da sua imaginação de criança, que ele se lembrara. Francisco lembrara-se que quando era criança tinha como sonho encontrar um extraterrestre. Mas deixou-se de hesitação e virou-se para trás e viu o inacreditável, por momentos o seu sonho tornara-se realidade. Por momentos não!

O seu sonho tornara-se realidade, á sua frente estava aquele ser verde, com uns olhos saídos para fora, com um uniforme com o nome do seu planeta, com aquela voz esquesita. Tudo se tornou realidade.
Francisco não sabia o que dizer, por isso o extraterrestre encarregou-se de falar para ele.
-Es o Francisco não és?- Diz o Plutónio’Z (nome do extraterrestre).
-Sim, sou.-disse Francisco.
Plutónio’Z diz:
-Estou aqui por uma razão.
-Qual?- pergunta Francisco, ainda muito admirado com a presença do extraterrestre.
-Faço parte da defesa ambiental do Universo e vim ver como estava a Terra em termos de poluição, isto por aqui não está nada bom!
-Mas porque apareceu aqui e porque está a falar para mim??- Pergunta Francisco muito surpreendido.
-Apareci aqui porque nós os extraterrestres vamos ter um encontro e agora estou a falar contigo por acaso. Vou-te explicar. Aqui em Lisboa neste momento devem estar 200 extraterrestres mas todos disfarçados de humanos, eu tou assim porque é necessário uma grande quantidade de energia para esta transformação de ET para humano e ainda tenho uma grande viagem até ao meu planeta.
Francisco boquiaberto responde:
-Nem me acredito que isto esteja a acontecer!
-Agora, só não podes dizer a ninguém que me viste nem os nossos truques de disfarce.
Francisco diz:
-Ok. Não direi nada, espero ver-te em breve.
E de repente Plutónio’Z desaparece como se nada tivesse acontecido, como se tudo tivesse passado de um sonho.
Francisco como o habitualmente deita-se na relva e observa as estrelas, agora tudo mudara, Francisco concretizara o seu sonho de criança.

:)

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Sexta-feira, Maio 15, 2009

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Segunda-feira, Maio 11, 2009

Grupo IV

Rafael e Mauro eram amigos há anos, puderemos dizer amigos de infância, sempre se conheceram, sempre foram os melhores amigos, não havia segredos entre eles, eram como irmãos. Tudo corria bem até ao dia em que ambos conhecem uma rapariga, talvez das raparigas mais simpáticas que alguma vez conhecerem (eles não ligavam muito a raparigas, apenas se importavam um com o outro). Esta era alta, olhos esverdeados, cabelos compridos e lisos, era um rapariga simples e sem manias. Dia após dia Rafael e Mauro queriam estar sempre com Elsa (a rapariga que conheceram), e começou a haver uma espécie de desputa entre os 2, havia um ambiente mais tenso, com menos confiança e os amigos começaram a aperceber do que se passava, durante algum tempo ficaram naquele ambiente conflituoso, um ambiente raro entre eles. Decidiram acabar com aquilo, tiveram uma conversa séria e chegaram á mesma conclusão a sua amizade vale mais que tudo.
Decidiram que não iam trocar uma amizade de anos, uma amizade verdadeira por uma rapariga.
Nunca se deve desistir de uma amizade ao aparecer o primeiro obstáculo, temos de aprender a dar valor ao que realmente é importante!

:D

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Grupo II- Texto de opinião

Nos dias de hoje os animais correm mais perigo que nunca! Principalmente devido ao que possuem, ou são as suas peles maravilhosas, ou o marfim dos seus cornos (caso do elefante), enfim há infinitas razões para que os caçadores andem atrás dos animais. A caça é a principal causa da extinção das espécies, mas não é a única causa, a mudança do clima também também tem ajudado a causar a extinção ao destruir habitats, ao não criar condições para a uma determinada espécie conseguir viver naquelas condições climáticas, etc…
Isto é uma problema sério que temos de saber contorna-lo criando novas medidas fundamentais para travar a extinção das espécies.
Uma das medidas poderia ser aumentar o número de áreas protegidas, áreas onde seja proíbida a caça. Outra medida poderia ser aumentar o número de espécies protegidas, em que em nenhuma altura do ano possa existir caça para essas espécies.
Este problema tem mais consequências para a humanidade do que se possa pensar, ao haver extinção nas bases das cadeias alimentares toda essa cadeia alimentar vai ficar afectada até ao topo, infelizmente são várias as cadeias alimentares causando a extinção a várias espécies.
Para um curiosidade acerca do mundo estar a tentar travar a extinçao clique
aqui.
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Sábado, Maio 9, 2009

Livro do Dia da Mãe

Para ver o livro do Dia da Mãe clique aqui.

:D

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Terça-feira, Maio 5, 2009

História do Dia da Mãe


 

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.


À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.


A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Segundo Anna Jarvis seria objectivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, actos de afecto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.

Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.

Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.

E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas actualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo

No Brasil a  introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de Maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG,
em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.

A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de Maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.

Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.

 

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Segunda-feira, Abril 27, 2009

Crítica/Resumo: Eldest

A narrativa deste segundo volume da Trilogia da Herança começa três dias após a terrível batalha em que Eragon consegue libertar o império das forças do mal. Eragon e o seu dragão Saphira dirigem-se para Ellesméria, terra dos Elfos, onde Eragon vai aprender novos feitiços e poderosas técnicas de combate de forma a aumentar ainda mais os seus poderes de Cavaleiro do Dragão. A sua preparação é intensa e completa pois muito em breve ele terá de realizar a viagem da sua vida. À medida que vai amadurecendo, ao longo da sua jornada, Eragon vai conhecendo seres e lugares diferentes e apaixona-se por Arya, filha da rainha Islanzdaí, mas o jovem herói vai deparar-se com grandes conflitos e traições que o levam a perceber que nem tudo é o que parece e ficará, durante muito tempo, sem saber em quem poderá, de facto, confiar.
Este magnífico conto termina com a promessa de Eragon e Roran acabaram com os Ra’zac, para vingarem o que estes fizeram ao pai de Roran.

Penso que este conto, como Eragon é dificil de não gostar, é um livro em que todas as páginas tem aventura! Estamos sempre anciosos por saber o que acontecerá na próxima página.
Em princípio vou ler o  próximo conto da “Trilogia da Herança” (BRISINGR).

:)

Publicado por João'André em 19:59:37 | Permalink | Sem Comentários »